Quem descobriu a existência dos mortos? Talvez alguns de vocês devem conhecer o nome de Antônia Simone, porém as circunstâncias exatas sobre suas
descobertas são amplamente variadas.
Em 1992, seu irmão mais novo, Ricardo,
ficou ferido em um acidente de artes marciais que o deixou completamente
paralisado. Ele precisava de um respirador para viver e só podia se comunicar
através do piscar dos olhos. Como ela era uma cientista da computação do Centro
de Pesquisas da cidade de Palo Alto, ela decidiu então criar um terminal de computador
sensível à qualquer fonte de energia existente. Antônia era uma estudante de
fotografia Kirlian e acreditava firmemente que campos eletromagnéticos do corpo
poderiam afetar equipamentos eletrônicos supersensíveis.
Ela criou um terminal
que não podia ser afetado pelos meios tradicionais – não havia teclado, mouse
ou outros dispositivos de entrada/saída. Somente a caixa preta do terminal. Infelizmente, independente de todo esse esforço, Ricardo tinha pouco tempo de vida. Sra. Simone estava tão devotada a seu irmão que tentou durante anos criar um
terminal de computador ainda mais avançado, o que supostamente permitiria que seu irmão se comunicasse
naturalmente direto do mundo dos mortos. Atormentado com o fracasso de seu terminal, que ela pensou que
acabaria com o sofrimento de outros milhares de pessoas com o mesmo problema,
ela se matou por enforcamento.
Quando os paramédicos encontraram o corpo dela dias depois,
lá na tela de um computador, havia uma mensagem: "Por que demoraram tanto?
Eu tenho uma ótima noticia para contar a vocês.".
Uma garotinha está brincando em seu quarto quando ela ouve a
mãe chamá-la da cozinha, e então ela desce as escadas para encontra-la.
Quando ela está correndo pelo corredor, a porta do armário debaixo das escadas
se abre, e uma mão se estende e a puxa para dentro. É a sua mãe. Ela sussurra
para a criança:
Durante o verão de 1983, numa cidade tranquila perto de
Minneapolis, Minnesota, o corpo carbonizado de uma mulher foi encontrado dentro
do fogão da cozinha de uma pequena fazenda. Uma câmera de vídeo também foi
encontrada na cozinha, presa sobre um tripé e apontando para o forno. Nenhuma
fita foi encontrada dentro da câmara no momento.
Embora a cena tenha sido originalmente marcada como
homicídio pela polícia local, uma fita VHS fora descoberta algumas semanas
depois no fundo do poço da fazenda (que aparentemente havia secado no início
daquele ano).
Apesar de sua condição desgastada, e o fato da fita não
conter áudio, a polícia ainda foi capaz de assistir seu conteúdo. Ele mostrava
uma mulher se gravando em frente de uma câmera de vídeo (aparentemente usando a
mesma câmera que a polícia encontrou na cozinha). Depois de posicionar a câmera
para enquadrar tanto ela quanto seu fogão na imagem, a fita, então, mostra ela
ligando seu forno, abrindo a porta, rastejando para dentro, e depois se
trancando lá dentro. Após aproximadamente oito minutos, o forno pode ser visto se
agitando violentamente, e em seguida, uma fumaça muito escura saia de dentro
dele. Para os restantes 45 minutos de vídeo, até as baterias da câmera se
esgotarem, o forno então ficou parado na mesma posição estática até a gravação terminar.
Para não assustar a comunidade local, a polícia nunca
divulgou nenhuma informação sobre a fita, ou até mesmo o fato dela ter sido
encontrada. Os policiais também não foram capazes de descobrir quem havia
colocado a fita no fundo do poço...
... ou porque a altura e estatura da mulher do vídeo não
chegavam nem perto das medidas do corpo encontrado dentro no forno.
Um homem, sangrando de um ferimento à bala, entra desesperadamente em um
prédio alto de tijolos. Ele grita por socorro, e duas enfermeiras saem correndo
de dentro de duas enormes portas.
"Relaxe, senhor", uma delas lhe diz. "Nós cuidaremos de você agora mesmo."
Eles colocam-no em uma maca e levam-no por um longo
corredor, cheio de pequenas salas de espera. No entanto, de dentro dos quartos,
ele ouve sons de gritos abafados e o som de ossos sendo esmagados.
"O que está acontecendo aqui?", perguntou ele, em
pânico.
"Estamos levando-o para um lugar onde possamos cuidar
de você", uma enfermeira disse com um sorriso.
"O caralho que você está", ele gritou ao ser jogado
pra fora de uma maca, caindo no chão em cima de sua ferida. "Mas que tipo de hospital é este?! Vocês
deveriam curar as pessoas, e não matá-las!”.
Ele apoiou-se contra uma sala e conseguiu dar uma olhada no
que estava acontecendo. Lá, sentado e amarrado em uma cadeira, um homem estava sendo dilacerado por mãos que se projetavam das paredes, e
depois, puxavam seus pedaços de volta pra dentro da parede.
"O que é isso?!", ele gritou enquanto as
enfermeiras o cercavam e tiravam de seu avental uma seringa cheia de um líquido
claro. Ele lutava parar escapar, enquanto elas injetavam as seringas nele.
Enquanto sua visão começava a sumir, ele sussurrou:
"Este é um hospital horrível.".
"Quem disse alguma coisa sobre este ser um hospital?",
a enfermeira perguntou. "Nós só gostamos de nos alimentarmos dos fracos."
Conhecido como “White Hand”, ele é supostamente um Pokemon deletado do jogo, roteirizado para
aparecer como um dos Pokémon do personagem Buried Alive no ultimo andar da Torre
Pokémon de Lavender Town.
É dividido em quatro animações distintas: uma introdução (o
"grito" Pokemon), uma inatividade, e dois ataques. Estes ataques são
desconhecidos, pois eles são listados como "FIST (PUNHO)" e "BRUTAL".
A animação não chega a ser perigosa, já que a exibição dos
quadros do modelo não causam efeitos colaterais. O White Hand é uma mão
gigante, suja e decaída, com atenção ao seguinte detalhe: a carne está puxada pra
fora do osso, e os tendões do pulso ficam realisticamente visíveis. Quando se
usa o primeiro ataque, a mão se transforme em um punho fechado e balança em
direção ao oponente.
A animação do ataque "BRUTAL" tem vários quadros
de animação ausentes, mas pode se ver que a mão se abre, e em seguida, a
animação corta. Depois de alguns segundos, ela reaparece, e se fecha novamente.
Nenhum registro foi encontrado sobre esses quadros desaparecidos.
Porém, um dialogo em particular pode sugerir a veracidade da existência do White Hand. Há uma garotinha em frente a torre de Lavender Town que irá lhe perguntar se você acredita em fantasmas. Caso você responda negativamente, ela lhe dirá isso:
Tradução:
- Hahaha, eu acho que não. Essa mão branca em seu ombro, ela não é real.
Meu maior pesadelo ocorreu quando ainda era um adolescente.
Eu estava dentro de um hotel, e nele, era um detetive forense.
Cercado por um grupo de policiais, eu fui levado a um quarto
de hotel em um andar muito alto. Ao chegar à porta, de número 167, fui colocado
lá dentro. Um dos policiais fechou a porta atrás de mim e começou a desesperadamente
bloquea-la fora, gritando pela porta e explicando que esta foi uma
"simples precaução tomada a fim de evitar que o assassino tentasse voltar
à cena do crime para acabar com as provas".
Eu (desconfiado com toda aquela situação, mas focado em meu
trabalho), acabei não questionando esta "simples precaução", e fui
direto para uma sala de estar. Sentado no sofá, havia um corpo. Um homem que
parecia ter uns 30 anos estava morto, sentado com sua cabeça pendurada para
trás sobre a almofada do sofá. Perturbadoramente o suficiente, um buraco muito
grande atravessava todo seu estômago, assim como o sofá também. Fui até a parte
de trás do sofá; entranhas, órgãos desmembrados e espumas ensanguentadas
jogadas no carpete. Era muito fácil conseguir enxergar completamente através do
buraco no sofá e do estômago do homem. Diante daquilo, eu mantive minha compostura,
fiz algumas anotações e decidi seguir em frente.
Caminhei lentamente por uma pequena cozinha até chegar ao
banheiro, e sua porta estava aberta. Deitado dentro da banheira, estava o cadáver
de outro homem, muito mais velho e massacrado do que o primeiro. Seu corpo
estava rasgado da área genital até sua garganta, e a água da banheira estava
com coloração vermelho-escuro (graças a quantidade de sangue que escorreu de
dentro dele). Fiz mais algumas anotações, e já estava prestes a me virar e
sair, quando de repente, ouvi um barulho estranho, como se fosse um pé pisando
em uma poça molhada. Desesperado, olhei em volta mais uma vez, quando notei uma
mão segurando a base do vaso sanitário. Andei em direção a ela até que vi, lá
no canto do banheiro, agachado no espaço entre o vaso sanitário e a parede, um
homem, com suas mãos sangrando.
Ele correu pra fora do banheiro e bateu a porta ao sim,
prendendo-a com uma cadeira. Fiquei parado, sem reação, ouvindo suas ações do
outro lado da porta; objetos sendo arrastados freneticamente, respiração pesada
e de repente.... silêncio. Aproveitando a oportunidade, dei um chute na porta e
olhei em volta. Nada havia mudado, nenhum sinal de que aquele homem havia
passado por aquele lugar. Havia, no entanto, um novo corpo deitado no chão da
cozinha. Uma mulher, estranhamente famíliar, estava sem roupas e jogada de
bruços no chão. Havia marcas de corte profundo passando por todo seu corpo; pernas,
braços, barriga, seios, garganta e no rosto também. Seus olhos foram removidos,
mas todo o corpo estava estranhamente limpo. Sem sangue, sem sinais de
mutilação, além dos cortes profundos e de seus olhos perdidos.
Antes que eu começasse a estudar o corpo, de repente, duas
pálpebras se abriram, afundadas profundamente nos recessos dos buracos dos
olhos da moça. Dentro de sua boca aberta e escancarada, outra boca se abriu e
sorriu. Seus dedos tremiam ligeiramente. Agora, tudo fazia sentido; aquele
homem havia assassinado a mulher, dissecado seu corpo e estava usando sua pele
como uma espécie de terno. E aquele rosto familiar... Quando me dei conta, cai
pra trás na mesma hora. “MÃE?!”. O homem se levantou lentamente, olhou pra
mim com aquele sorriso horrível estampado em seu rosto, e gritou: "Não
estou bonita, filho?!".
O modelo do personagem Buried Alive (muitas vezes referido
como seu nome codificado, “Buryman Script”) era para ser enfrentado na história
final da Torre Pokémon, até que fora substituído pelo fantasma Marowak. De
acordo com os scripts que lhe são atribuídas, o Buried Alive supostamente era o
“chefe final” da torre. Assim que você chega ao andar mais alto, a seguinte
conversa teria ocorrido com o modelo.
Você está... Aqui...
Eu estou preso...
E eu estou sozinho...
Tão solitário...
Você não quer se juntar a mim?
Depois disto, a batalha se iniciaria. Quando o jogador
entrava no "campo de batalha", o modelo de Buried Alive parecia ser
um cadáver humano em decomposição, tentando rastejar pra fora da terra. Ele
havia sido programado para ter os seguintes Pokemons: Dois White Hans, um
Gengar e um Muk.
Curiosamente, um roteiro para as ações de Buried Alive depois
que fosse derrotado nunca foi escrito. Caso o jogador o derrotasse, o jogo
congelaria.
No entanto, ao perder a batalha, um final específico fora
escrito por um programador desconhecido. Nele, o Buried Alive diria:
"Finalmente, carne fresca!", seguido por várias linhas de rabiscos.
Ele então arrastava o personagem do jogador para o chão ao
redor dele. A cena terminaria com uma típica tela "Game Over", porém,
no fundo, uma imagem do Buried Alive devorando o personagem principal seria
mostrada.
Especialmente peculiares foram os roteiros escritos para os
acontecimentos depois desta cena. O cartucho supostamente baixaria esta imagem
na pequena memória interna contida no Game Boy, substituindo a tela do título
que, normalmente, aparecia ao ligar o Game Boy. Ao invés disso, sempre que ele
era ligado, o jogador se depararia esta imagem, juntamente com o arquivo de som
“staticmesh.wav” tocando ao fundo. O objetivo pretendido para este efeito, ao
contrário de muitos outros fatores que se conectam a Síndrome de Lavender Town,
é desconhecido.
Há alguns dias atrás, eu estava lendo em um artigo da
internet sobre lendas urbanas de jogos de videogames. Porém, um desses jogos chamou
minha atenção: "Luigi’s Mansion". Isso me chamou a atenção porque
este era meu jogo favorito de infância. Passava noites incontáveis em claro apenas
tentando termina-lo.
Enfim, eu li sobre uma lenda que diz que, quando você chega
ao 3º Piso, atende o telefone e espera até o trovão aparecer (fazendo com que o quarto clareie por menos de um segundo), você pode ver uma misteriosa sombra do Luigi aparentemente enforcado.
Curioso, fui tentar fazer isso para ver se era verdade (sendo fanático pelo
jogo como sou), porém, o arquivo de meu cartão de memória estava corrompido,
então tive que refazer tudo de novo.
Deixando isso de lado, depois de algumas horas, finalmente
cheguei até 3º andar. Este era o lugar onde, aparentemente, o “segredo”
aconteceria. Então eu fui, capturei alguns fantasmas da sala, caminhei direto para
o telefone tocando e esperei até o trovão atingir a sala.
Já se sabe que os desenvolvedores do game “Portal” colocaram o “Cubo
Companheiro (um cubo normal, só que com vários corações desenhados em volta dele)” no jogo para que os jogadores carregassem-no durante toda a
fase, ao invés de deixa-lo para trás, certo? Bem, o que a maioria das pessoas
não sabe é que ele não é a única coisa que eles acrescentaram durante seu desenvolvimento.
Estou falando, é claro, dos chamados "Ninhos do Rattmann",
salas secretas fora do caminho do jogador em que se observa segredos e
anotações de uma pessoa que supostamente teria passado por aqueles mesmos testes sádicos de GLaDOS (antagonista do jogo) muito antes da protagonista, Chell. Os “ninhos” consistem principalmente em imagens e
mensagens insanas (rabiscadas repetidamente), dizendo coisas como "O bolo
é uma mentira!". Em uma dessas salas, você pode encontrar uma misteriosa mensagem de áudio: um dos ataques esquizofrênicos de Doug Rattmann, claramente levado a loucura por GLaDOS. Estes foram adicionados mais tarde no desenvolvimento do game.
AVISO: A MENSAGEM A SEGUIR PODE SER PERTURBADORA PARA ALGUMAS PESSOAS.
Inicialmente, as áreas eram nada mais do que salas minúsculas
e mal texturizadas que os playtesters (pessoas que testam o jogo durante seu
desenvolvimento) encontrariam quase que por acidente. Uma vez que os
playtesters alcançavam essas salas escondidas, eles começavam a agir de maneira
estranha.
A primeira pessoa foi encontrada sentada no chão, sentada em
posição fetal sobre seu controle de vídeo-game. Quando perguntado qual era o
problema, ele começou a gritar bobagens sem sentido e tentou matar o guarda que
o acompanhou para fora do prédio.
A próxima pessoa, uma mulher, deu um passo a mais.
Seguranças correram para a sala quando ouviram gritos. A mulher havia feito
cortes profundos em seus braços e estava jogada no chão, sangrando e
contorcendo-se violentamente. Eles a levaram para o hospital, onde ela fez uma
recuperação completa, sem memória do incidente.
A terceira pessoa simplesmente parou. Ele parou de jogar,
parou de se mover, até mesmo parou de falar. Ele entrou em um estado catatônico.
Sua família tentou processar a empresa, mas eles não tinham um caso sério o
suficiente para isso. Os desenvolvedores, nessa altura, estavam obviamente
muito preocupados, mas o que eles poderiam fazer? Jogos de videogame não
enlouquecem pessoas.
Levou um assassinato para que eles mudassem de ideia.
Embora o ultimo testador parecesse bem, os desenvolvedores
só descobriram o que aconteceu quando receberam um telefonema da polícia. O
homem colocou sua única filha a força dentro de um forno, e a queimou até a
morte; a palavra "bolo" fora escrita em todo seu cadáver carbonizado
com um marcador permanente.
É interessante notar, no entanto, que o “Cubo Companheiro”
só foi acrescentado mais tarde, após o teste da versão beta do jog. Porém, todos os
testadores exibiram o mesmo comportamento estranho; primeiro ficavam catatônicos,
depois ficavam calmos, e por ultimo, extremamente violentos.
Outro sintoma se desenvolveu mais tarde: um extremo senso de
piromania. Não importa se era fogueira, forno, ou um simples fósforo acesso, as
pessoas sempre eram levadas a chegarem perto do fogo a ponto de se queimarem.
Porém, no final, a Valve (empresa desenvolvedora do jogo) descobriu uma maneira
de evitar essas coisas.
Originalmente, na versão beta, você deixava o cubo dentro de
uma espécie de duto de ar e passava para a próxima fase. Agora, você deve
queimar o cubo dentro de uma fornalha. Você queima seu único amigo. No entanto, o duto ainda está lá.
Escondido, no meio de uma bagunça de pixels, só esperando para ser redescoberto.
Adivinhe o que acontece se você encontrar o duto e NÃO
queimar a Cubo Companheiro?
Então, já passou pela sua cabeça sobre o fato do jogo “Portal”
ser uma alusão gigante ao Purgatório?
Não existe (aparentemente) nenhuma razão para colocar Chell no
meio dessas experiências horríveis, exceto pelo prazer sádico de GLaDOS.
Mas e se aquilo for REALMENTE um teste?
Não um teste científico, mas um teste de caráter e
determinação para se redimir? Talvez as provocações de GLaDOS não sejam somente
provocações, mas sim, lembretes da vida passada de Chell. "Todos os seus
outros amigos não puderam vir também, já que você não tem outros amigos por ser
desagradável. É o que diz aqui no seu arquivo pessoal: Desagradável.
Antipatizado por todos. Uma pessoa solitária, amarga, desagradável cuja morte
não será lamentada... Aqui também diz que você foi adotado. Então, isso também é
muito engraçado."
É também fortemente implícito que GLaDOS tem muito mais
conhecimento sobre tudo aquilo, sendo como uma espécie de “testador” do
Purgatório, com citações como: "Falando de curiosidade, você está curiosa
sobre o que acontece depois que você morre, certo? Adivinha só? Eu sei."
Citações como estas tem um significado muito mais profundo
quando pensadas nesse contexto:
"Eu sinto muito por você, de verdade, porque você não
está no lugar certo."
"Isso é tudo culpa sua. Não precisava ser assim."
"Você não é uma pessoa boa, você sabe disso, não é? Pessoas boas não chegam aqui."
Curiosidade: Nos comentários do game, Jeremy Bennett (diretor de arte do jogo) diz: "Eventualmente, para a criação de GLaDOS, criamos um dispositivo mecânico com uma enorme figura delicada robótica pendurada, que transmite com sucesso tanto o poder de GLaDOS como sua feminilidade." Quando vista de um certo ângulo, GLaDOS parece uma mulher - com cabeça, abdômen e dois braços - amarrada e pendurada de cabeça para baixo por seus pés, com seus braços presos em volta de suas pernas.